Tenho levantado como o céu que não dobra, não tenho temido o vento obscuro quando o sol some, a noite me acolhe, honestamente estou perdido e de vírgula em vírgula serei consumido.

Quem estará sucumbindo a um novo dia, uma nova história.
Quem será o irreversível, tremendo de medo de acabar sozinho,
Porém na casa dos 20 tão ranzinza quanto a uma tempestade de granizo furando tudo que puder.

O choro já não sai, além das dores e manchas pelo corpo,
O que sobrou lutar contra a cabeça arrebatadora, mente doentia.
Ou deitar de vez e aceitar.

Ela foi mais rápida do que eu, caindo. 
Ela foi a vilã e se diz a moça que plantou amor.
As mentiras até depois do término daquilo que não começou,
Ótima, olhares zonzos, mãos bobas. 

Eu fui a vadia que ela pegou num banco de carro velho.
Quanto eu valho? Me diz?!
Estou voltando pra casa pensando em rimas.
Ela curte Rock e eu Rap, e mesmo assim ela me arrebentou nas rimas.
Dizendo que me ama e depois me matando tão rápido.

Com quantos homens você deitou, vadia?
Tuas estrelas são podres, pedra de lua.
Seu pudesse queimava todas, com o calor do sol.
Estrelas malditas!

Os dias alvos, os tempos alvos. São os melhores!

 Os dias passam por mim, eu sei que acabarei sozinho, contudo, ando alegremente pedindo algo mais. 
Uma garota de pele alva, cabelos bons, lisos, ondulados, que siga tradições, isto é raro como pedras de rubis, será ouro.
Garota de pele cor de neve, sorridente, que possa me dar filhos, resumidamente, na tradição também há amor.

Uma casa em um lugar frio, juntos com os meus, dos meus.
Não é crime ( ainda ) seguir respeitando as tradições dos meus antepassados. 
Não tenho medo de bater de frente, mesmo que eu caia, uma garota de pele branca e tradição, e com sangue em pedras de nações iguais as minhas

Filhos, família.